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O risco de ser ateu



Para muitas pessoas, a maior vantagem de ser ateu é a liberdade, isto é, a liberdade de poder curtir sem preocupação alguma os prazeres que, segundo a Bíblia, são considerados pecaminosos. No entanto, os ateus ignoram que há uma possibilidade de Deus existir.

Os ateus deveriam refletir sobre a aposta de Pascal, que consiste no seguinte: existe uma possibilidade de Deus existir. Sendo assim, é melhor nós acreditarmos em Deus e vivermos em obediência a ele, pois caso ele não exista, nós só teremos uma perda finita, que será ter deixado de aproveitar os prazeres considerados pecaminosos. Mas caso ele exista, nós receberemos recompensas infinitas, como viver para sempre no paraíso, enquanto os ateus receberão perdas infinitas, como ir para o inferno.

Quando Pascal apresentou esse argumento, ele tinha em mente o Deus da Bíblia, ou seja, Javé. Portanto, podemos reformular a aposta de Pascal da seguinte forma: como não há provas da existência do Deus da Bíblia e nem de sua inexistência, o crente fiel está em uma situação de segurança, enquanto o ateu está em uma situação de risco. Afinal, se Deus não existe, o crente fiel apenas está perdendo a oportunidade de aproveitar os prazeres que a Bíblia considera como pecaminosos, enquanto o ateu não será punido por curtir os prazeres do mundo. Mas se o Deus da Bíblia existe, o crente fiel será recompensado por sua conduta e será feliz por toda a eternidade, enquanto o ateu, que ignora a possibilidade de sua existência e não se preocupa em obedecer a ele, será punido por sua conduta e poderá ir para o inferno a qualquer momento, assim como se vê na passagem bíblica de Lucas 16:19-31.

No entanto, os ateus argumentam que existem muitos deuses e muitas crenças no mundo, e que não há como saber qual delas é a correta, o que torna a aposta de Pascal arriscada, pois a pessoa pode acabar escolhendo acreditar no Deus errado. Bom, de fato existem muitos deuses no mundo, mas se você analisar cuidadosamente as diversas crenças, você verá que o Deus mais provável de ser o verdadeiro é o Deus cuja história é contada na Bíblia.

Afinal, a história contada na Bíblia é a que mais faz sentido, e é a mais apoiada por historiadores e arqueólogos, que já encontraram vestígios de verdade em pelo menos algumas das histórias bíblicas. Além disso, existem até hoje provas de profecias bíblicas que se cumpriram, como, por exemplo, a profecia que afirmava que Babilônia seria totalmente destruída e sua região ficaria inabitada por muito tempo. Se você pesquisar sobre a região onde o império babilônico se localizava você descobrirá que essa região ainda continua deserta. Existem muitas outras evidências da veracidade da Bíblia.

Os ateus também argumentam que a aposta de Pascal não funciona para aqueles que decidem participar dela sem acreditar verdadeiramente em Deus, pois ele não veria isso com bons olhos. 

Na verdade, a pessoa que faz isso não está entrando na aposta de Pascal. Afinal, para entrar na aposta, a pessoa não pode fingir que acredita em Deus, ela precisa acreditar de verdade nele. Além disso, só acreditar de verdade não basta, pois como diz a Bíblia: "até os demônios creem e tremem" (Tiago 2:19). Além de acreditar, a pessoa precisa também praticar os mandamentos de Deus, pois "a fé sem obras é uma fé morta" (Tiago 2:26). 

Comentários

  1. Bem eu acredito em Deus,mas como faço para provar a um ateu que o Deus da bíblia é o verdadeiro Deus? Quais são as provas nas escrituras?Obrigado.

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    Respostas
    1. Não há provas na Bíblia, é uma questão de fé. Se houvesse de fato uma prova, todos acreditariam.

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